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Rapel - Transpondo nós em cordas danificadas

(matéria publicada pelo autor no Mountain Voices, edição 140 de 2014)

Fazer um rapel é a coisa mais trivial do mundo, certamente ninguém tem dificuldades com isso, correto ?

Agora imagine o seguinte cenário:  

Você está escalando tranquilamente com o seu parceiro, vocês chegam em uma das paradas da via, e enquanto estão conversando ali, inadvertidamente seu colega derruba uma pedra do platô no qual vocês se encontram... E essa pedra durante a queda acerta de forma violenta a corda de escalada de vocês, rompendo a capa e expondo a alma da corda...

corda destruida

 

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Pilates como “cross training” para escaladores

por Cintia Marski e Davi Marski*, setembro de 2013 A escalada em suas diversas modalidades, é uma atividade física que recruta todos os grupos musculares, exigindo além de força e potência, equilibrio e controle. Do ponto de vista de especificidade de treinamento e do consenso entre seus prat [ ... ]

Nó "oito" de Cometa
Nó

Tempos atrás em uma discussão na lista do HangOn, o Ronaldo Franzen "Nativo" divulgou um nó que ele chama de "Nó oito de Cometa" para encordoamento. Gentilmente ele tirou as fotos e explica como realizar o nó passo-a-passo.  Antes que perguntem porquê não usar o nó oito "tradicional",  [ ... ]

Nó Volta de Fiel (Nó Fiel)
Nó Volta de Fiel  (Nó Fiel)

por Davi Marski, novembro de 2007 Pois bem...  volta e meia nos deparamos com situações que necessitamos de um nó rápido de ser feito e no qual possamos confiar. O uso mais comum do nó "volta de fiel" (ou simplesmente "Nó Fiel") talvez seja para realizar uma *segunda*  ancoragem a  [ ... ]

O prazer do risco está no controle necessário para experimentá-lo com segurança, fazendo com que o que parece ser perigoso para quem observa seja, para o participante, uma simples questão de inteligência, habilidade, intuição, coordenação, ou em uma palavra: experiência. Escalada em particular, é um passatempo paradoxalmente intelectual, mas com a seguinte diferença: você tem que pensar com seu corpo. Cada movimento tem que ser trabalhado como se você estivesse jogando xadrez com seu corpo. Se eu cometo um erro as consequências são imediatas, óbvias, embaraçosas, e provavelmente dolorosas. Por um curto período eu sou diretamente responsável pelas minhas ações. No belo, silencioso, mundo das montanhas, me parece válido esse pequeno risco.

-A. Alvarez