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17 escaladores que mudaram a história

Nessa lista você não irá encontrar o Adam Ondra nem o Chris Sharma. Certamente que essa lista não é completa e muitos nomes ficaram de fora, mas a lista não poderia ser interminável, não é mesmo ? 

A lista não está elencada em ordem de importância (até porque isso não significa muita coisa, não é mesmo ?), ela está apenas em ordem alfabética.

 

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Ermano Salvaterra

Ermano Salvaterra é com certeza um dos grandes ícones do alpinismo, e uma lenda viva. Com cerca  54 anos (em 2008) ele realizou escaladas quase inacreditáveis na Patagônia, ganhador do Piolet d'Or e outras grandes conquistas.

Dizem que as imagens valem mais do que mil palavras, então confiram alguns videos feitos por este grande poeta das montanhas

 

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Maurício "Tonto" Clauzet

tonto.jpgEssa é a maior entrevista pegadinha que eu já vi. Antes tinha olhado rapidinho, só reparei a primeira pergunta, e vi que tinham umas poucas, aí pensei... rapidinho... Pô cada pergunta capiciosa heim. Pergunta curtinha de fazer e complicada de responder. Mas vamos lá seu Picareta.(O picareta em questão, é o Davi Marski, que fez as perguntas...  rsrsrs)

1.       Quantos anos você tem e a quanto tempo você escala ? Como você começou a escalar ?
Atualmente tenho 39 anos, e comecei a escalar com 21. Assim, hum deixa eu ver... escalo há 18 anos por hora.

2.       Quais os tipos de escalada você pratica, ou que mais gosta de escalar (ou que realmente não gosta) ?
O que mais pratico é sem dúvida a escalada em rocha. Dentro desta, um pouco de tudo, móvel, esportiva de grau moderado, fenda... Na verdade ao longo do tempo já transitei com mais intensidade em um ou outro tipo de escalada, como por exemplo na época que morei nos EUA me dediquei muito ao artificial, modalidade que é muito raro fazer atualmente. Acho que o que "mais gosto" de escalar tem haver com muitas coisas além do tipo de escalada em si. Já fiz esportivas que eu pirei, achei linda, da mesma forma que já subi em uma montanha gelada e pirei, achei lindo e curti um monte. Isso tem muito haver com a beleza da linha que você escala (que de certa forma é bastante subjetivo) e com o seu estado de espírito no momento da escalada. Uma modalidade que pratico é a escalada em muro, na resina. É algo que não me atrai muito, que eu vejo mais como uma forma de treino e evolução física do que um fim por si só. Mesmo assim, desfruto bastante escalar na resina.

 

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Patrick Edlinger

por Davi Marski

Ouvi falar pela primeira vez de um tal de 'Patrick Edlinger' quando durante os anos 90, escalando na França, fui para um lugar chamado 'Verdon' e entrei em vias que ele conquistou *em livre* (coisa de 7 e 8 grau francês, ou seja, algo como 8 e 9 graus brasileiros) e nas quais eu mal conseguia sair do chão, quanto mais solar...  Patrick Edlinger com certeza é um dos precursores e talvez o mais famoso expoente da escalada na modalidade Solo.

A revista Quechua, patrocinada pela Decathlon Francesa, publicou uma espécie de biografia deste excelente escalador. Reproduzo abaixo (em inglês) matéria na íntegra da edição No. 10 (Summer 2005).

Para quem tiver oportunidade ou interesse, vale a pena assistir aos filmes dele. Os mais famosos são "Opera Vertical", "Verdon Forever", "Arrow Head" e "La Vie Aux Bout Des Doigts"  

 

 

 

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Reinhold Messner

messner

Messner é uma figura polêmica do cenário do montanhismo mundial.

Suas declarações muitas vezes são polêmicas e as histórias que ele conta beiram o limite do fantástico e do real. Polêmicas à parte, seus feitos o tornam um Pelé das grandes montanhas.

Seu currículo é extenso, começando com a conquista de novas rotas e escaladas solo das mais escabrosas paredes dos Alpes, e passa por ser o primeiro homem a escalar solo, sem equipe de apoio alguma, uma montanha com mais de 8000m, o primeiro a escalar o Everest sem oxigênio suplementar e o primeiro a escalar todas montanhas com mais de 8000m.

Messner narrou a escalada de cada um dos picos com mais de 8000m da terra, todos no Himalaia. Alguns ele escalou mais de uma vez e também conquistou novas rotas.

 

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Wolgang Gullich

O 'mestre' Wolfgang Güllich

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Güllich saindo de Separate Reality.
Foto: H. Zak/Wolfgang Güllich. Una vida en la vertical (Ed. Desnivel).
Os mais novos talvez nunca tenham ouviram falar, um pouco pelo nosso isolamento geográfico e linguístico dos grandes centros de escalada no mundo. Isso porque, textos, fotos, matérias e livros sobre Güllich não faltam por aí. Mas quem já ouviu falar, certamente trata o nome com respeito. Abaixo um pequeno resumo da vida desse gigante da escalada, e um link para um livro que conta sua história, em espanhol.

Wolfgang Güllich marcou, como nenhum outro escalador o esporte vertical. Nascido em 24 de outubro de 1960 em Ludwigshafen, Alemanha, começou a escalar aos 14 anos. Nos anos oitenta e início dos noventa, iniciou uma nova época, elevando o nível da escalada sucessivamente até os graus 10b, 10c, 11a e, finalmente, 11c. Deixou suas geniais marcas de magnésio em todos os continentes e levou a idéia da escalada livre até as poderosas paredes de Karakórum e da Patagônia. Abriu centenas de vias no mundo todo, entre elas as lendárias Kanal im Rucken, Punks in the Gym, Action Directe, Eternal flame e Riders on the storm. Reconhecido como um dos mais excepcionais escaladores de todos os tempos, unia as qualidades de desportista com uma grande força de caráter e riqueza de espírito. Morreu em 31 de agosto de 1992, por consequencia das lesões sofridas em um acidente de carro.

 

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