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Código Brasileiro de Ética de Escalada e outros itens

eticaCÓDIGO BRASILEIRO DE ÉTICA DE ESCALADA

Este código de ética foi discutido no 1º Seminário Paranaense em Março de 1993, e levado para discussão no 1º Congresso Brasileiro de Montanhismo realizado em Curitiba em Julho do mesmo ano

Dos Pontos De Segurança (Grampos Fixos ou Chapeletas)

Durante uma conquista deve ser observado o posicionamento dos pontos de segurança, de modo que em hipótese alguma de queda, o escalador toque o solo, arestas ou saliências, representando perigo à sua própria integridade;
É proibida a adição de pontos de segurança em escaladas já conquistadas, sem autorização dos conquistadores;
Em caso de regrampeação os escaladores não possuem poder algum para descaracterizar qualquer rota, transferindo a original proteção dos pontos de segurança, de acordo com o artigo primeiro anterior;
A utilização de dupla proteção nos pontos de parada é um fator que diminui a ocorrência de acidentes e deve ser sempre observada;
Sempre que possível os pontos de rapel devem ser comuns à varias escaladas;
Os pontos de segurança estão sujeitos às intempéries e devem merecer constantes observações todo início de uma escalada;
Um ponto de segurança visivelmente mal colocado, deve ser evitado e informado à União Local de Escaladores para a sua substituição de acordo com o artigo segundo deste;

Do Meio Ambiente:

Nenhuma escalada deve transgredir as leis de proteção ambiental. Todas assituações à parte devem ser discutidas pela União Local de Escaladores e decidido através de votação por maioria absoluta (50% mais um voto);
Todo escalador é responsável pelo seu material e lixos;
Todo escalador tem a obrigação de divulgar e conscientizar a proteção ao meio ambiente;

Do Material Móvel:

Deverá ser utilizado material móvel sempre que possível, evitando-se o uso de pontos fixos ao lado de fissuras, fendas, rachaduras às quais seria óbvio o uso de materiais móveis;

Ética e Estilo:

Ética e estilo nunca devem ser confundidos, sendo que ética são regras que definem uma atitude ou postura diante do esporte e ao meio e é flexível de uma região para outra. O estilo faz parte das características de cada escalador, ilimitado e autojustificado na relação de movimentos ao realizar uma escalada;
Corda de cima, Hang Dog, Pink Point, Red Point e Solo, ficam classificados como estilo reservado de cada escalador que saberá definir seus limites, sendo porém mundialmente conhecido como melhor estilo o On Sight guiando;

Da Conquista:

Nenhum escalador possui o direito de reservar para si qualquer rota ou pedaço de pedra, somente se estiver colocando evidentes esforços para efetuação de seus objetivos, seja aproximação, ou colocação de grampos; Em caso da modificação das intenções o escalador tem a responsabilidade de expressá-las à comunidade local, deixando-a aberta a todos;
Toda conquista deverá ser divulgada no catálogo que deve ser editado anualmente;

Da Graduação

Todo grau de escalada deve ser considerado On Sight;
As graduações de artificiais devem estar dentro dos padrões, fator H e segurança ; expostos no catálogo local;

Da Moral:

Todo escalador deve utilizar de sua liberdade, usufruindo de seu espaço respeitando o próximo;
É considerado imoral marcar com magnésio rotas ou boulders, com intuito único de legitimar uma ascensão não executada;
Todo escalador tem a obrigação de prestar auxílio em caso de eminente perigo;
Todo escalador tem o dever moral de transmitir uma boa atitude em relação à montanha e à prática do esporte;

Do Equipamento, do Resgate ou Acidente:

Todo escalador tem a obrigação de prestar auxílio técnico ou de primeiros socorros, quando assim lhe for pedido;
Todo escalador é responsável pelo seu equipamento e manutenção do mesmo;

Conclusão Sobre o Código

Este código pode e deve ser alterado sempre que necessário e em consenso da União Local de Escaladores. Deverá ser respeitado por toda a comunidade e visitantes.

 

PRÁTICAS DE BAIXO IMPACTO

O uso dos caminhos.

1.Sair em grupos pequenos. Os grupos grandes geram maior impacto que vários pequenos separados entre si.

2.Caminhar em fila sem sair do caminho. Caminhar disperso usando a borda do caminho, aumenta a erosão.

3.Evitar caminhar sobre solo molhado. O solo carregado de água é mais suscetível à deterioração.

4.Não caminhar com mascotes como cães ou gatos. Estes podem alterar a fauna local e tem mais impacto sobre a erosão.

5.Manter baixo o nível de ruído (sem gritaria desnecessária!). Os ruídos estranhos, alteram o comportamento da fauna e atrapalham pedidos de socorro. Melhore a qualidade da sua experiência na natureza.

6.Não cortar caminho nas curvas de nível e trilhas. Andar por linhas de grande inclinação produz um alto grau de erosão do solo.

7.Fazer os descansos fora da trilha e em lugares com pouca vegetação. Fazer os descansos sobre a trilha obriga a outros caminhantes, a sair da mesma para passar pelo lugar.

8.Traga todo o lixo produzido, de volta, separando e destinando a um lugar onde possa ser reciclado.

9.Em hipótese alguma abra novos caminhos, dê o direito ao próximo de estar em um local sem interferência. A maioria dos cumes já foram subidos, não seja apenas mais um, mas sim aquele que foi gostou e não causou impacto. NÃO CORTE A VEGETAÇÃO

 

Em zonas de acampamento.

1.Acampar em lugares permitidos e em zonas já freqüentadas, em lugares bem compactados.

2.Em lugares pouco freqüentados só acampar em locais naturalmente livres de vegetação.

3.Nunca acampar em lugares pouco compactados.

4.Sempre que possível faça bivaque.

5.Usar fogareiro em lugar de fazer fogo.

6.Eleger um lugar suficientemente grande para o grupo.

7.Não construir estruturas de nenhum tipo.

8.Em zonas de acampamento usar calçado de sola macia como sapatilhas ou alpargatas.

9.Evitar o pisoteio de vegetação.

10.Lavar panelas, pratos e roupas somente com sabão branco e longe dos córregos de água, utilizando um recipiente.

11.Usar os banheiros se existirem, na falta, ir ao banheiro a mais de 50 metros dos cursos de água e enterrar os dejetos a pelo menos um palmo de profundidade.

Em zonas onde não existam trilhas.

1.Disperssar as atividades e não caminhar em fila. Caminhar em fila onde não existe picada, deteriora o solo.

2.Escolher zonas de superfícies duráveis, como rocha, cascalho ou cursos de rios.

3.Escolher as zonas de acampamento em locais duráveis, livres de vegetação.

4.Dispersar as atividades quando se acampa.

5.Eliminar todas as evidências de acampamento antes de deixar o local.

RECICLE SUAS ATITUDES, SEJA CORRETO E DÊ O EXEMPLO, COMECE AGORA!!

 

CÓDIGO INTERNACIONAL DE MONTANHA DA UIAA

Como uma resposta ao crescimento das atividades de escalada e montanha, a UIAA desenvolveu este simples código, mas de extrema valia. O BMC (British Mountaineering Council) o adotou e recomenda enfaticamente que ele seja seguido, seguindo orientação do seu comitê de acesso e conservação.

 

  • Observe sempre as restrições e acordos de acesso negociados por federações nacionais ou grupos locais, evitando assim, principalmente por desconhecimento, ações que possam comprometer o acesso à área de escalada.
  • Não perturbe aves ou qualquer outra vida selvagem. Ajude a proteger as flores e respeite locais de interesse científico de qualquer natureza.
  • Evite ações desnecessárias que possam causar erosão (como cortar atalhos em trilhas) e evite de deixar marcas desnecessárias de qualquer espécie.
  • Não perturbe o gado e criação, e não danifique árvores plantações e cercas. (n.t. sempre feche uma porteira que encontrar fechada após passar).
  • Não deixe nenhum lixo. Deixe os locais de acampamento limpos. Evite todo risco de provocar fogo e incêndio.
  • Quando não existem banheiros e sanitários disponíveis, faça suas necessidades de maneira sanitária. Enterre tudo longe de cursos d'água, trilhas ou bases de vias.
  • Não polua suprimentos de água pura. Evite qualquer poluição à camada de neve.
  • Respeite a ética e tradição local, como uso de magnésio, pitons ou pinos e grampos. Evite o uso excessivo e indiscriminado de proteção fixa.
  • Em áreas de montanha, use o mínimo necessário o transporte motorizado e estacione fora do caminho. Faça uso do transporte coletivo se este for prático.
  • Em expedições para locais remotos e alta montanha, observe a Declaração UIAA de Kathmandu e Código Ético para Expedições.

 

 


DECLARAÇÃO UIAA DE KATHMANDU

  • Proteja de maneira efetiva o ambiente de montanha, sua flora, sua fauna e seus recursos naturais.
  • Se esforce para reduzir os impactos negativos das suas atividades.
  • Respeite as origens culturais e dignidade da população local.
  • Estimule atividades que restauram e re-habilitam o ambiente de montanha.
  • Incentive o contato entre montanhistas de diferentes países, em um espírito de amizade, respeito mútuo e paz.
  • Torne disponível toda informação e educação necessária para melhorar o relacionamento do homem e o meio ambiente.
  • Use apenas tecnologias que respeitem o meio ambiente, principalmente para as necessidades de energia (pilhas e baterias).
  • Amplie o acesso à regiões de montanha independentemente de questões políticas.

 

 

CÓDIGO UIAA DE ÉTICA PARA EXPEDIÇÕES

  • Certifique-se de que todos membros da equipe estão cientes das regulamentações definidas pelo país anfitrião, da Declaração de Kathmandu e deste código de ética para expedições.
  • Adote uma abordagem esportiva para chegar aos objetivos da expedição, e não use equipamentos ou outros recursos fora de proporção para atingir estes objetivos.
  • Conduza a expedição de forma manter salvos e seguros seus membros e principalmente aqueles que a expedição emprega.
  • Sempre que possível e apropriado, forneça informações técnicas e treinamento para membros da expedição que sejam do país anfitrião.
  • Forneça um relato detalhado da expedição aos órgãos apropriados.
  • Não use equipamentos pertencentes à outra expedição sem permissão, e esteja preparado para ajudar pessoas locais e outras expedições caso surja necessidade.
  • Deixe o ambiente de montanha o mais limpo possível ao fim da expedição.

 

 

RESOLUÇÃO ASSEMBLÉIA GERAL DA UIAA
De 4 de outubro de 1997 em Kransjska Gora - Slovenia

Objetivos e Diretivas Ambientais da UIAA

 

  • A declaração dessa política provê as linhas gerais para as principais questões ambientais ligadas ao montanhismo. A declaração considera que o termo "montanhismo" inclui as seguintes atividades: escalada, caminhada e ski touring.
  • A declaração considera tanto os efeitos do montanhismo sobre o ambiente como também o papel que os montanhistas tem para manter um futuro sustentável para o ambiente de montanha.
  • Estes objetivos e diretivas fornece a base para as federações membros da UIAA seguirem apoiando o crescimento das atividades de montanha. Eles ajudarão as federações membro a garantir que as atividades de montanha são sensíveis às necessidades e questões ambientais e irão dispensar esforços para proteger regiões de falésia e montanha de impactos ambientais adversos, seja qual for a sua origem.

 

Essa declaração é baseada na "International Guidance on Conservation and Sports Activity" e declarações de políticas e relatórios da UIAA. Todos estes estão listados no Anexo.

Valores

 

  • O ponto central ao trabalho da UIAA é acreditar que a liberdade de praticar o montanhismo, seja nos picos remotos ou nas falésias à beira mar, é de grande valor à diversos cidadãos do mundo. A liberdade de escalar é parte da grande necessidade das pessoas de ter acesso à terra ou água para apreciação da natureza e da paisagem, como reconhecido pelo World Conservation Congress em 1996. Isto também engloba a necessidade pela aventura, pelo exercício físico e mental e as dimensões sociais dos esportes de montanha. Promover o conhecimento (e o auto conhecimento) destes valores por toda comunidade é um importante ponto inicial para alcançar os objetivos ambientais maiores da UIAA.
  • A UIAA reconhece o enorme valor das áreas de montanha: como reservas da biodiversidade, como lugares de grande interesse espiritual e histórico, como lugares de fenômenos naturais espetaculares associados ao clima e à geologia, e como o lugar dos mais bonitos cenários e cheios de paz. A referência à ambientes de montanha diz respeito desde locais remotos, selvagens e naturais até locais de habitação humana, freqüentemente com grande alterações do cenário e com grande valor cultural. A UIAA reconhece que essas áreas frequentemente contém ecossistemas frágeis e facilmente danificáveis, bem como estilos de vida locais que são sensíveis à intrusão externa.
  • A UIAA também reconhece que as montanhas são frequentemente a fonte para produtos essenciais à humanidade como um todo. Destes, os suprimentos de água pura em córregos e rios que descem de áreas de montanha são de suprema importância. De forma similar, a UIAA reconhece o uso de áreas de montanha como fontes de produtos agrícolas e dos bosques e florestas, de minerais e de reservas de energia. Entretanto, a UIAA enfatiza a necessidade de se extrair esses produtos de forma não comprometer a qualidade ambiental das áreas de montanha.
  • A UIAA reconhece o papel do "turismo de montanha" como forma de apoio às economias locais, incluindo a produção de artigos comercializados localmente, e reconhece a necessidade de manter as habilidades e conhecimentos locais de manejo do terreno. A UIAA está também preocupada em garantir que a atividade de montanhistas ajude a manter as comunidades locais, e que isso também traga benefícios habitantes das montanhas como um todo, de forma que isto é plenamente aceitável pela comunidade de montanhistas.

 

 

Impactos 

A UIAA acredita que montanhistas, bem como muitas outras pessoas e organizações, devem ser bastante conscientes e preocupados a respeito do futuro do ambiente de montanha. Os seguintes tipos de impacto agridem a integridade de ecossistemas e comunidades da montanha, e ameaçam o impedir que se desfrute e que se pratique o montanhismo.

 

  • A perda da biodiversidade devido à destruição das florestas, exagero na roçagem e aragem e incêndios. Estes impactos podem ter profundos efeitos sobre a cobertura de vegetação natural do solo, a riqueza de espécies animais e a perda do solo e vegetação devido à erosão. O caráter selvagem não degradado das áreas de montanha está diminuindo.
  • Alterações maciças e agressivas da paisagem natural. Trabalhos de mineração de grande escala, esquemas para grandes reservatórios de água e hidrelétricas estradas, ferrovias, torres e estruturas para telecomunicações, instalações e edificações de estações de esqui, e especialmente as alterações destinadas ao desenvolvimento do turismo e da indústria são pontos que particularmente causam grandes preocupações.
  • Alterações climáticas, poluição através da contaminação do ar ou água e ruídos intrusos provenientes de veículos motorizados e aviões. Virtualmente, não há no mundo nenhuma área de montanha onde os sinais da poluição estão ausentes, e todo o globo está sendo afetado por mudanças climáticas. Montanhistas devem refletir sobre como suas atividades estão colaborando com os problemas de poluição, e como, considerando a sociedade como um todo, os montanhistas podem contribuir para fazer da terra um lugar menos poluído.
  • abuso no uso de locais frágeis e sensíveis. Um número excessivo de visitantes, incluindo entre eles os montanhistas, está levando à degradação de alguns ambientes de montanha, através do uso demasiado de áreas frágeis e sensíveis ou até mesmo por falta de uma conduta adequada como montanhista. Estes danos estão ocorrendo em áreas relativamente pequenas de diversas regiões de montanha, e são menos significantes do que alguns dos problemas listados acima. Este abuso, entretanto, parecem estar sendo bastante significantes em alguns dos locais de escalada mais famosos do mundo, como os campos base das mais altas montanhas, das trilhas mais frequentadas por montanhistas e trekkers, ou em falésias e paredes amadas pelos escaladores, observadores de pássaros e biólogos. É essencial que as organizações de trekking, expedições de montanha e escaladores tenham consciência disso, e passem a adotar melhores técnicas e conduta.

 

 

Integração 

A UIAA acredita que montanhistas tem um grande potencial para assumir suas responsabilidades ambientais, bem como condições de proteger as terras de montanha e suas comunidades através de um processo de integração com outras entidades e setores da sociedade. Estes são os requisitos básicos que cada montanhista deve considerar como indivíduo e como membro da comunidade de montanhistas:

 

  • Persuadir os responsáveis por tomada de decisões que as montanhas e o povo das montanhas são importantes e que o montanhismo é uma atividade que merece apoio.
  • Difundir que o conceito de liberdade de acesso, exercido com responsabilidade, é uma elemento inerente ao montanhismo, frequentemente associado à extenuantes esforços físicos e mentais, risco e aventura, e uma relativa ausência de regras e regulamentações.
  • Ter consciência que viajar por lugares lindos é um elemento essencial na maioria das experiências de montanha, e assim, os montanhistas devem se esforçar para manter estes lugares bonitos.
  • Desenvolver técnicas de escalada e montanhismo que tenham mínimo impacto no ambiente, incluindo acertos de viagem e transporte que minimizem a poluição e a queima de combustíveis fósseis, bem como o uso de material reciclado.
  • Apoiar ações e esforços que protejam áreas de montanha e melhorem o bem estar e a prosperidade de comunidades locais, assumindo que estas ações estejam de acordo com os interesses dos montanhistas através de consulta e negociação anteriores. Por exemplo:

 

  • Apoiando a criação de áreas de proteção, como parques nacionais e reservas, para salvaguardar espécies selvagens e paisagens especiais. Deve-se considerar também que essas áreas sejam também gerenciadas e manejadas de maneira eficiente e estejam bem integradas com as necessidades das comunidades locais e esteja considerando as necessidades dos montanhistas.
  • Apoiando, onde necessário, a regulamentação, desde que esta seja aceitável aos montanhistas e capaz de ser aplicado de forma equalitária a todos, e que preferencialmente seja feito através de acordos e arranjos entre pessoas voluntárias.
  • Apoiando medidas justas e equalitárias que ajudem os montanhistas a contribuir diretamente à prosperidade econômica e bem estar ambiental das comunidades locais. Ajuda deve ser dada à incorporação de educação ambiental em programas para instrutores e guias de montanhismo.

 

  • Promover a iteração entre federações de montanhismo, organizações representantes da sociedade e cidadãos, governo, organizações internacionais no que tange políticas sobre o uso da terra, energia e transporte que afetem áreas de montanha.
  • Desenvolver parcerias entre organizações ligadas ao montanhismo e outras organizações com interesse em defender e preservar o ambiente de montanha, mas que também defendam a liberdade de acesso.

 

Estes requisitos básicos definem o escopo principal da política ambiental da UIAA, e fornece a base para as federações integrantes da UIAA promoverem atividades de montanhismo que considerem as principais questões ambientais.

 

Anexo aos Objetivos e Diretivas

 

Diretrizes internacionais:
1. Resolution on public access to land and water, supported by the UIAA and passed by the World Conservation Congress of the World Conservation Union (IUCN), Montreal, Canada, 1996.
2. Declaration on Sports and Environment issued by the International Olympic Committee, 1996.

 

Declarações de política e relatórios aprovados por assembléias gerais da UIAA

 

- Kathmandu Declaration (1982)
- Matsumoto Mountain Protection Report (1992)
- Target programme to reduce trash (1992)
- Resolution on touristic flights in mountain areas (1994)
- Guidelines for ski alpinism competitions (1994)
- Policy on competition climbing (1995)
- Minutes of Cape Town Conference on "Access and Conservation Policy" (1995)
- UIAA Expeditions Code of Ethics (1987)

 

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